IFS evolui estratégia e busca protagonismo no Brasil muito além do ERP
Há treze anos, quando embarquei pela primeira vez rumo à Suécia para acompanhar um evento da IFS , a empresa se apresentava ao mercado como uma fabricante de ERP de nicho, sólida nos países nórdicos, mas ainda discreta em boa parte do mundo.
Hoje, o contraste é evidente.
A IFS deixou de caber na definição de fornecedora de software de gestão empresarial e ampliou seu território de atuação, seu portfólio e, sobretudo, sua ambição no mercado global.
Com escritório no Brasil e distribuidores no México, Argentina, Colômbia, Chile, Equador, 70% das vendas globais da IFS são via parceiro, conta F alcão Oliveira, presidente da IFS para a América Latina.
No Brasil, os setores prioritários de atuação incluem energia e saneamento, manufatura discreta e repetitiva, saúde, telecomunicações e defesa.
Dona de um valor de mercado bilionário, comprada e recomprada por fundos de private equity europeus, patrocinadora de um time de futebol inglês e de uma equipe de Fórmula 1, a IFS vende hoje menos “sistema” e mais “resultado”, literalmente reorganizando sua força de vendas em torno de agentes de inteligência artificial (IA) no lugar de licenças de software.
Oliveira conta que a companhia se reinventou três vezes ao longo de uma década e meia e, agora, aposta mais do que nunca em seu crescimento no Brasil.
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