Professor universitário superdotado relata desafios: “Alta expectativa”
Foi quando aprendeu a ler sozinho aos três anos que a família de Klaus Leite Pinto Vasconcellos, 66, hoje professor universitário, percebeu que ele poderia ser um superdotado.
Comemorado nesta semana, o Dia Internacional da Superdotação busca conscientizar sobre o tema , cercado de estigmas e mitos .
Klaus atualmente é professor titular do Departamento de Estatística da Universidade Federal de Pernambuco.
Na infância e na adolescência, ele passava boa parte do tempo lendo e estudando por não gostar de atividades físicas e se considerar desajeitado.
A trajetória escolar foi excepcionalmente boa.
Leia mais Latam abre processo seletivo para formar mecânicos de aviões Piauí mais que dobra nota do ensino médio no Ideb e supera média nacional Superdotação: mitos e falhas dificultam identificação e prejudicam alunos “Eu mesmo provoquei essa solidão.
Com uma capacidade intelectual grande, passei a estudar e ler com uma frequência muito maior do que a normal, e isso fez com que eu mesmo me afastasse”, conta à CNN Brasil .
Raramente precisava estudar para as provas de física, geografia, história, português ou matemática , área em que quis seguir carreira.
A dificuldade no colégio era a química orgânica , que detestava.
“Era meu calcanhar de Aquiles por causa da decoreba sem fim, mas todo o resto eu gostava e me dava muito bem”, relembra ele.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.