Lucro do BTG Pactual cresce 22,6%, a R$ 5,14 bi no 2º trimestre
O BTG Pactual teve lucro líquido ajustado de R$ 5,14 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta foi de 22,6% em relação ao mesmo período de 2025, de acordo com release de resultados divulgado hoje, excluindo eventos extraordinários do trimestre.
BTG Pactual reporta lucro líquido ajustado de R$ 5,1 bilhões para segundo trimestre de 2026. O resultado integra o melhor primeiro semestre da história do banco, que acumulou lucro líquido de R$ 10 bilhões nos primeiros seis meses do ano, alta de 31,4% em relação ao mesmo período de 2025.
Com os efeitos não recorrentes, o lucro contábil do BTG Pactual somou R$ 4,9 bilhões no trimestre. O resultado representa um novo recorde, após alta de 22,2% em um ano e de 7,2% em relação ao primeiro trimestre.
As receitas totais atingiram R$ 10,4 bilhões no segundo trimestre. No acumulado do período, o retorno sobre o patrimônio líquido médio, conhecido como ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio), foi de 26,7%, impulsionado pelo ganho de eficiência operacional.
A carteira de crédito total do banco expandiu para R$ 366,6 bilhões. O crescimento foi de 24% em relação ao ano anterior, mantendo a qualidade dos ativos. A carteira de crédito corporativo e atendimento a empresas, sozinha, chegou a R$ 288,5 bilhões, com receitas recordes de R$ 2,5 bilhões no trimestre, alta de 18,7% em um ano. Já a carteira de financiamento ao consumidor somou R$ 78,2 bilhões, alta de 35,2% em um ano.
Receitas de banco de investimento , área de assessoria em fusões e aquisições e emissões de dívida e ações, caíram 46,1% em um ano, para R$ 421,4 milhões. Segundo o banco, a queda reflete principalmente uma base de comparação alta — o segundo trimestre de 2025 foi recorde para a área — e a menor atividade no mercado de emissões de dívida. Ainda assim, o BTG afirma ter mantido a liderança no Brasil e na América Latina, tendo sido o único banco latino-americano a integrar o sindicato coordenador do IPO da SpaceX.
As despesas operacionais totais somaram R$ 4,28 bilhões no trimestre, alta de 13,1% em um ano. Segundo o banco, o avanço reflete principalmente a integração das despesas da MeuTudo, em linha com o crescimento das receitas — efeito parcialmente compensado por uma queda de 13% nas despesas tributárias.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.