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Reckoning Hour aprofunda identidade e expande os limites do Metalcore em “Mantra”

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Reckoning Hour aprofunda identidade e expande os limites do Metalcore em “Mantra”

Crédito: divulgação Depois de mais de uma década construindo seu espaço na cena pesada brasileira, a Reckoning Hour chegou a um novo momento de sua trajetória com Mantra .

Lançado na última sexta-feira (7), o terceiro álbum do quarteto carioca reúne dez faixas e aprofunda a identidade musical que, ao longo dos anos, passou a incorporar diferentes elementos sem perder o peso como ponto de partida.

Formada atualmente por JP (vocais), Philip Leander (guitarra), Cavi Montenegro (baixo) e Johnny Kings (bateria), a banda transformou em música algumas das questões que atravessam a experiência humana, como escolhas, culpa, dor, relações e a percepção que cada indivíduo constrói sobre si mesmo e sobre a própria realidade.

Mantra funciona como um retrato da Reckoning Hour em seu atual estágio artístico.

O disco parte de uma questão central: o que permanece quando somos obrigados a confrontar aquilo que existe dentro de nós? A partir disso, o material desenvolve o conceito por meio de contrastes entre peso e melodia.

O Metalcore continua sendo a espinha dorsal do grupo, mas aparece em uma abordagem mais estendida.

Riffs pesados convivem com melodias, elementos eletrônicos e orquestrais, passagens progressivas e diferentes níveis de dinâmica aparecem em diversas passagens.

Entre as novidades, “Dark Skies” ganhou atenção especial no lançamento.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.

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